Home Data de criação : 09/07/10 Última atualização : 11/10/17 11:25 / 32 Artigos publicados

Nascar a stokcar americana  (Noticias) escrito em sexta 17 julho 2009 12:29


Brendan Gaughan está lutando para o recruta das honras do ano na série de âmbito nacional, mas 34 os anos de idade isn' t seu recruta típico. Tem oito começos do caminhão na passagem, incluindo uma vitória em 2003, e Gaughan espera que a experiência lhe dá uma noite de sábado da vantagem.

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Stock Car  (Histórias) escrito em quarta 15 julho 2009 15:13

Blog de hftcars :HFT-CARS com o melhor da cultura V8, Stock Car

Stock Car Brasil (Campeonato Brasileiro de Stock Car) é uma modalidade de automobilismo do Brasil.

Foi criada em 1979 para ser uma alternativa à extinta Divisão 1 (D1), que corria com as marcas Chevrolet (Opala) e Ford (Maverick). Isso ocorreu porque a D1 vinha perdendo o interesse do público e dos patrocinadores por estar se tornando uma categoria monomarca devido à superioridade dos modelos Chevrolet. Para que isso não ocorresse, a General Motors criou uma nova categoria, que unisse desempenho e sofisticação. O nome foi um golpe de mestre: além de emular o nome da famosa categoria americana, desviava a atenção de que era uma monomarca, fato que foi comprovado na prática somente neste ano.

A sua primeira corrida foi realizada no Autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. A criação da categoria foi a melhor resposta a um antigo anseio de uma comunidade apaixonada por carros de corrida: uma categoria de Turismo que unisse, para os padrões da época, desempenho e sofisticação.

O regulamento foi criado para limitar os custos, procurando equilíbrio, sem comprometer as performances dignas das competições internacionais. A primeira prova contou com a presença de 19 carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros de 4 100cm3. A pole position da estréia foi do carioca José Carlos Palhares, o Capeta. Ele fez o tempo de 1min23s00. A prova foi vencida por Affonso Giaffone.

Na época, o piloto retornava ao automobilismo brasileiro depois de uma passagem pela Fórmula 1, onde defendeu a equipe Copersucar-FittipaldiIngo Hoffmann, doze vezes campeão da Stock, passou a dominar a categoria no final da década de oitenta, quando conquistou os títulos de 1989 a 1995.

Nestas temporadas aconteceu um grande número de ultrapassagens, grandes duelos e festas repletas de emoção. Nesses anos todos foram centenas de corridas pelos autódromos do Brasil. Em 1982 duas provas foram realizadas no Autódromo de Estoril, em Portugal.

Em 1987 ocorreu a primeira grande mudança da Stock Car. Com a mudança de apoio da GM na organização, foi adotado uma carenagem, criada e montada pela fabricante de carrocerias de ônibus Caio, que era inserida em cima do chassi do Opala. O carro ganhava na aerodinâmica e no desempenho, ficando muito parecido com um protótipo, mas sem a marca da GM. Os equipamentos de segurança ficam mais sofisticados.

A GM volta a investir pesado na categoria em 1990, voltando a organizar e passando a construir em sua fabrica um protótipo monobloco.

Sem grande apelo do publico e perdendo espaço para categorias mais baratas bancadas por outras montadoras, a categoria passa por nova transformação em 1994, quando é adotado como veiculo o Omega de rua adaptado para competição. Numa estratégia de marketing e para diminuição de custos, as corridas passam a ser realizadas em rodadas duplas com aFormula Chevrolet, num evento chamado Chevrolet Challenger, cujos ingressos eram gratuitos e distribuídos nas concessionárias de veículos da marca.

A partir de 2000 a General Motors deixa de organizar a competição em definitivo, que passa a ser realizada pela empresa Vicar, de propriedade do ex-piloto Carlos Col, que também gerencia a Formula 3. Para modernizar a competição e melhorar a segurança dos pilotos, a Stock Car passa a utilizar um chassi tubular. O projeto é do engenheiro argentino Edgardo Fernandez, que faz algo parecido para a categoria argentina Top Race V6, inspirado tanto na Nascar norte-americana quanto no DTM alemão. O chassi, fabricado na JL, empresa do ex-piloto Zeca Giaffone, pode receber a carenagem de qualquer carro sedan.

Desde 2003 deixou de ser usado na categoria o motor de 6 cilindros Chevrolet, usado com modificações desde o inicio da Stock Car em 1979, sendo trocado pelo motor V8 Chevrolet 350 importado dos EUA pela JL, similar ao utilizado na Busch Series da Nascar, iguais e limitados a 450 HP. Assim, a montadora GM passa a ser patrocinadora da categoria, fornecendo a carenagem do sedan Vectra, abrindo espaço para que outras montadoras pudessem ingressar na categoria com investimentos baixos.

A temporada de 2005 também entrou para a história da Stock Car. Além de a categoria ter se tornado multimarca - pela primeira vez os Mitsubishi Lancer correram ao lado dos ChevroletAstra , no dia 30 de outubro 40 carros da Stock Car V8 realizaram uma inédita corrida fora do Brasil valendo pontos para o campeonato. Foi uma rodada ao lado da TC 2000, a principal categoria da Argentina e que no mês de julho tinha corrido em Curitiba (Autódromo Internacional de Curitiba). O Autódromo Oscar Gálvez recebeu um público de 70 mil pessoas. Giuliano Losacco foi o vencedor da prova com Mateus Greipel em segundo e Luciano Burti em terceiro lugar.

O ano de 2006 teve mais novidades. Além de a corrida da Argentina ter sido mantida no calendário, a Stock Car V8 recebeu a terceira marca. O Volkswagen Bora passou a ser a carenagem de dez carros da principal categoria do automobilismo da América Latina. As equipes foram liberadas para a utilização do uso da telemetria, que permite um maior controle das equipes sobre o comportamento do carro.

Para 2007 a competição conta com a participação da quarta montadora, a Peugeot, que utiliza a carenagem do 307 Sedan inicialmente em oito carros e, posteriormente, em dez. O objetivo é que a categoria tenha 10 carros de cada uma das quatro marcas.

Em 2008,a Volkswagen anunciou sua saída da categoria e o número de carros no grid de largada caiu de 38 para 34.Já em 2009,foi a Mitsubishi quem deixou a categoria e os carros tiveram mudança a modo de ficarem semelhantes aos DTM alemães e o número de carros caiu outra vez:de 34 para 32.Assim,a categoria ficou com apenas duas montadoras:Chevrolet (Vectra) e Peugeot (307).

Características de um Stock Car V8

Abaixo você pode conferir as principais partes de um Stock Car V8 e suas características:

Componente Característica
Suspensão Independente nas quatro rodas, triângulos superiores e inferiores construídos em tubo de aço. Barras estabilizadoras dianteiras e traseiras reguláveis de dentro do carro.
Direção Do tipo pinhão e cremalheira com acionamento hidráulico através de bomba elétrica.
Rodas Binno 10,5 x 18 polegadas.
Pneus Goodyear. Dianteiros e traseiros 285/645 VR 18. Composto D-3.
Freios Discos ventilados, pinças americanas especiais de competição, com seis pistões na dianteira e quatro na traseira. Pastilhas de Freio ECOPADS - isentas de amianto e formulação em misturadores automáticos.
Motor 8 cilindros em V com 480 HP de potência, 6.000 rpm e 5.700 cc (5,7 litros), cabeçote de alumínio, alimentação de combustível por um carburador quádruplo (quadrijet), cárter seco.
Câmbio Saenz Argentino ou Bertolotti. Acionamento sequencial de 5 marchas para frente e uma à ré.
Combustível gasolina aditivada Petrobras
Tanque de combustível Especial para competição, americano, composto por container de borracha preenchido com espuma de baixa densidade, e container de alumínio provido de válvulas de segurança inclusive para o caso de capotagens. Capacidade: 85 litros
Chassis Tubular, com chapas de aço, chapas de alumínio e revestimento antichama.
Carroçaria Construída em fibra de vidro reforçada, representa os modelos Chevrolet Astra Sedan, Peugeot 307 Sedan, Mitsubishi Lancer e Volkswagen Bora. Os faróis dianteiros são apenas pinturas na carroceria, mas as lanternas traseiras são plenamente funcionais.
Peso mínimo 1.250 kg com o piloto a bordo vestindo macacão, luvas, sapatilhas, capacete e com fluídos (óleo, água, combustível, etc.) remanescentes. A pesagem é realizada no final das provas.
Velocidademáxima 265 km/h (Curitiba)
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Charger R/T V8 5.2  (Fichas Tecnicas) escrito em quarta 15 julho 2009 14:50

Blog de hftcars :HFT-CARS com o melhor da cultura V8, Charger R/T V8 5.2
Fabricante Dodge    
Modelo Charger R/T V8 5.2    
Ano 1976 Aceleração 0-100 Km/h 12s
Valor R$ 7.000 Velocidade Maxima 180,9 Km/h
Combustivel Gasolina Torque 42,9 kgfm a 2400 rpm
Categoria Esportiva Potencia 216 a 4400 rpm
Procedencia Nacional Consumo Urbano 6 km/l
Peso 1594 Kg Consumo Rodoviario 9km/l
Cilindrada 5212cc Potencia Especifica 41,44 cv/ litro
Porte Grande  Peso/Potencia 7,38 Kg/ litro
Porta-Malas 436 Litros Tanque 100 litros
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Categoria  (Som automotivo) escrito em quarta 15 julho 2009 12:11

Blog de hftcars :HFT-CARS com o melhor da cultura V8, Categoria

Categorias

O som automotivo é dividido em três grandes categorias dependendo do objetivo do projeto.

Alta Fidelidade (Hi-Fi)

Também conhecido como SQ, ou Sound Quality. O objetivo único é a reprodução da música em alta fidelidade no interior do veículo. O sistema deve ser capaz de reproduzir a música com o máximo de dinâmica, detalhamento e linearidade, assim como o palco sonoro da gravação.

SPL (Sound Pressure Level)

Sistemas voltados a SPL têm a ênfase dada nas freqüências graves do espectro audível (<100Hz). O objetivo é maximizar a pressão sonora dos alto-falantes, seja usando múltiplos subwoofers e/ou calculando caixas acústicas com reforço de freqüência. Uma subcategoria também conhecida por SQPL tenta aliar SPL e alta fidelidade.

Trio elétrico

Esta categoria está voltada para a reprodução da música em volumes altos e para fora do veículo. Estes sistemas são usados para animar festas e seu objetivo é propagar o som o mais longe possível. Quando não bem projetado, o som resultante é distorcido e não linear. Apesar disso, é possível a construção de trios elétricos de qualidade, com reproduração sonora linear e sem distorções ou excessos.

Equipamentos

Os seguintes equipamentos compõem o som automotivo.

Unidade principal

Responsável pela fonte do áudio. Podem ser CD-player, DVD - players, toca-fitas e/ou sintonizadores AM/FM. Possuem saídas amplificadas para alimentar alto-falantes diretamente, e podem ter saídas pré-amplificadas com um sinal de áudio de melhor qualidade para serem ligadas a um amplificador externo, usado para alimentar os alto-falantes do sistema. As saídas amplificadas, muitas vezes divulgadas como 4X52W, na verdade estão usando o conceito de Watts PMPO e normalmente fornecem em torno de 4X20W RMS, sendo então saídas pouco potentes, porém suficientes para um kit de alto-falantes originais. O uso das saídas pré-amplificadas permite que amplificadores externos forneçam mais potência.

Unidades principais mais sofisticadas oferecem recursos como equalização (paramétrica ou gráfica), controle independente de subwoofer, cortes passa - alta (HPF) e passa-baixa (LPF) reguláveis, dentre outros. Algumas chegam até a oferecer o recurso de alinhamento de tempo (time alignment ou TA), que consiste em atrasar a fase do sinal de um dos canais para que se regule o centro do palco sonoro. Outros recursos que muitas unidades têm apresentado ultimamente são displays de cristal com animações, e a possibilidade de reprodução de arquivos compactados nos formatos MP3, WMA, AAC, dentre outros.

Auto-falantes

São comumente divididos em tweeters, mid-ranges e woofers, em que cada tipo é responsável pela reprodução de uma determinada faixa de freqüência. Eles são vendidos agrupados ou separados, sendo o número de componentes as chamadas vias do auto-falante. Auto-falantes multivias, como um coaxial, por exemplo, possuem um médio e um tweeter, enquanto um triaxial possui um médio e dois tweeters. Já os auto-falantes vendidos separadamente são chamados de "kit componente" e o mais comum é que se encontre em duas vias. Os kits componentes incluem divisores de freqüência (ou crossover em inglês), que como o próprio nome diz, divide o sinal de áudio, enviando os agudos para o tweeter e os médios para o auto-falante médio. Devido a isso, os kits componentes são mais indicados para projetos que visam a qualidade do som.

Amplificadores

São equipamentos eletrônicos que recebem o sinal enviado pela unidade principal, o amplificam e o usam para alimentar os alto-falantes, usando a bateria do veículo como fonte de energia. Existem dois tipos principais de amplificadores: os chamados "mosfet" que amplificam o sinal enviado pelas saídas RCA da unidade principal, e os chamados "booster", que amplificam o sinal enviado pelas saídas amplificadas da unidade principal.

Os "mosfet" geralmente têm melhor qualidade de áudio, contando tipicamente com centenas de componentes, porém os "booster" ainda são muito usados, principalmente no mercado brasileiro, devido ao seu baixo custo. Os preços e potências nominais variam muito, podendo ser encontrados amplificadores de 20 até 20000 Watts RMS.

Amplificadores "mosfet" geralmente são amplificadores com fontes de alimentação do tipo PWM, e pertencem quase sempre à classe AB. No entanto, amplificadores para grandes potências, geralmente utilizados para a reprodução dos sons graves e subgraves, costumam pertencer à classe D, devido ao seu maior rendimento, e por conseqüência produzem menos calor e exigem uma instalação elétrica de menor porte do que o equivalente em classe AB.

Alguns amplificadores mais sofisticados oferecem o recurso de indicação de clipping do sinal e até circuitos anti-clipping. Clipping é o ceifa mento do sinal por excesso de ganho, e essa distorção em volumes altos é a principal causa de queima de alto-falantes.

Cabos

Os cabos para som automotivo são divididos basicamente em três tipos: alta corrente, alta tensão e baixa tensão.

Os cabos de alta corrente são os responsáveis pelo fornecimento de energia elétrica ao amplificador, e devem ser dimensionados levando-se em conta a potência nominal do amplificador e seu fator de eficiência. Quanto mais eficiente for um amplificador, menor poderá ser a bitola do cabo para uma mesma distância. O contrário também é verdadeiro: quanto menos eficiente for um amplificador, maior deverá ser a bitola do cabo para uma mesma distância.

Os cabos de baixa tensão (ou alta impedância) são responsáveis por transmitir o sinal do circuito pré-amplificador da unidade principal para o amplificador. Geralmente são usados conectores RCA e cabos coaxiais, com seu núcleo constituído de um mono filamento de cobre e seu exterior por camadas alternadas de polímeros e blindagens eletromagnéticas. Devido a característica de transmitir sinais com baixa tensão, este tipo de cabo é muito sujeito a interferências eletromagnéticas, ocasionadas principalmente pelo módulo de injeção/ignição eletrônica, alternador, motor de arranque, bomba de combustível e cabos de alta corrente. Recomenda-se, quando da sua instalação, passá-los pela parte central do veículo, evitando assim possíveis pontos de interferências que prejudicarão a reprodução do áudio.

Os cabos de alta tensão podem ter duas finalidades distintas: transmitir o sinal das saídas amplificadas da unidade principal aos alto-falantes ou "boosters", ou transmitir os sinais amplificados pelo amplificador aos alto-falantes. As principais características a serem observadas são: pureza do cobre utilizado; quantidade de filamentos (quanto maior a quantidade, maior a flexibilidade e a área da secção do cabo); material da cobertura plástica (recomenda-se utilizar cabos cujas capas sejam anti-chamas) e bitola. Este último item deve ser calculado levando-se em conta a potência aplicada ao alto-falante, a sua impedância e a sua distância em relação ao amplificador (externo ou interno à unidade principal).

Acessórios

Megacapacitores

Em sistemas muito potentes, a bateria não consegue suprir a corrente de pico das músicas e o sistema perde potência. Assim, são usados capacitores de elevada carga (1-3 Farad são muito comuns) para suprir tais demandas.

Telas de vídeo

Em sistemas com DVD - players, muitas vezes também são instaladas no veículo telas de LCD para a reprodução de vídeo. geralmente estes aparelhos são de 8 ou 9 polegadas.

[editar] Fusíveis e disjuntores

Dependendo do porte do sistema, são usados equipamentos elétricos como os fusíveis e disjuntores para proteção do equipamento.

Bateria

Sistemas mais potentes drenam mais bateria quando o motor está desligado, e baterias pequenas têm corrente de pico menor do que baterias grandes, em sua maioria. Então sistemas maiores acrescenta-se baterias de maior amperagem, carga aumentando o tempo de reserva de carga, (75-400Ah), para calcular a quantidade de amperagem necessárias para cada sistema deve-se observar o manual do amplificador, e em sistemas potentes pode ser considerado 100A para cada 1000W RMS para amplificadores de classe D . Existe baterias estacionárias, de Gel, ou Prata, que são duradouras e possuem uma vida útil maior que as baterias de chumbo.

Projetos

Os projetos dependem do objetivo que se deseja alcançar e do preço que se pode pagar. Porém, os diferentes tipos de projetos têm raízes comuns.

Básico

O projeto de som mais básico que se pode ter em um veículo é uma unidade principal, como um CD-player, por exemplo, alimentando 2 ou 4 alto-falantes. Este sistema atende a maioria das pessoas e por isso é item de série na maioria dos carros. Pode ser trocada a unidade principal e os alto-falantes originais por equipamentos de melhor qualidade, porém é um sistema restrito e pouco potente.

 Incluindo um amplificador externo

O primeiro passo de um projeto além do básico é a utilização de amplificadores externos ao player. Além de proporcionar maior potência do que as unidades principais comuns, pode-se ganhar em fidelidade ao usar amplificadores “mosfet” de boa qualidade.

Adicionando um subwoofers

O segundo passo para um projeto é a inclusão de subwoofers em automóveis para som interno, pois normalmente os alto-falantes mid-bass não têm resposta suficiente na região dos graves e subgraves (<100Hz aproximadamente). Existem também woofers ditos "profissionais" que atuam na mesma faixa de freqüência e que são voltados para som para fora do veículo. Ambos são instalados em caixas acústicas de madeira ou fibra de vidro no porta-malas do veículo.

Melhorando a acústica dos alto-falantes

Este aprimoramento de projeto se adéqua melhor à categoria Alta Fidelidade. Os locais originais onde os alto-falantes são instalados geralmente não possuem acústica adequada para a resposta do alto-falante ou não estão adequadamente direcionados aos passageiros. Para evitar ressonâncias e selar a parte de trás do alto-falante mantendo o alto-falante no local original da porta, são usados tratamentos no interior das portas chamados de mantas acústicas. No entanto, para a efetiva rigidez, selagem e direção do alto-falante, são construídas caixas acústicas em fibra de vidro de 2 até 15 litros de volume interno, e que geralmente ficam parafusadas no chão do veículo (pezinhos ou KICK-PANEL)tanto no motorista quanto no passageiro. Por estas caixas estarem perto dos pés do condutor e do passageiro, elas são chamadas de pezinhos, e tem a sua forma e disposição projetada de maneira a minimizar o incômodo.

Aumentando a potência

O passo final do projeto é o aumento da potência o máximo possível, adequado portanto para as categorias de SPL e Trio Elétrico onde é necessária muita potência para amplificar os numerosos e grandes alto-falantes do veículo. São instalados múltiplos amplificadores e estes necessitam de alimentação adequada. Este tipo de projeto lida com o correto dimensionamento dos cabos de energia no carro, com o suprimento de energia pela(s) bateria(s) e mega-capacitor(es), chegando até a lidar com a troca do alternador original do carro. Muitas vezes o próprio carro sofre reforços estruturais e nos casos extremos os vidros são trocados por acrílico para não trincar.

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Dodge Dart  (Fichas Tecnicas) escrito em terça 14 julho 2009 17:28

Blog de hftcars :HFT-CARS com o melhor da cultura V8, Dodge Dart
Fabricante Dodge    
Modelo Dart De Luxo V8 5.2    
Ano 1976 Aceleração 0-100 Km/h 12,26s
Valor R$ 5.000 Velocidade Maxima 173,07 Km/h
Combustivel Gasolina Torque 41,5kgfm a 2400 rpm
Categoria Esportiva Potencia 199 cv a 4400 rpm
Procedencia Nacional Consumo Urbano 6 km/l
Peso 1552 Kg Consumo Rodoviario 9km/l
Cilindrada 5212cc Potencia Especifica 38,18 cv/ litro 
Porte Grande  Peso/Potencia 7,80 Kg/ litro
Porta-Malas 436 Litros Tanque 100 litros
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